sábado, 27 de maio de 2017

Sexta-feira, o Dia da Greve?


Ilustração do leitor Paulo Pereira


 Não para me darem razão, o certo é que em mais uma Sexta-feira os sindicatos da função pública decidiram-se por mais um dia de greve. Ora como se caiu no ridículo em criar dias para tudo, já agora não seria oportuno considerar a SEXTA como o DIA DA GREVE? Embora mantenha a minha opinião da inoportunidade da escolha do dia, hoje, em boa hora apareceu a equipa de enfermagem no cumprimento do seu dever, não deixando de confessar que não eram fura-greves, mas entenderam não ser justo obrigar os utentes que deles muito dependem a tantas despesas extra. Assim, numa critica construtiva e habituado que estou a cortar a direito, sendo exemplo disso a minha última carta critica à demagógica tolerância do dia 12, a tal 6ª feira dada pelo Governo, hoje, com o mesmo espirito aberto aqui estou agradecendo e pedindo que sirva também de exemplo a decisão destes funcionários que souberam pôr acima dos seus interesses a sua nobre missão. Bem hajam.
Jorge Morais


Publicada no Jornal PÚBLICO 27.05.2017  e no DN-M 29.05.2017

4 comentários:

  1. A carta anterior “A factura da tolerância” foi aqui publicada no dia 22.05.2017

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  2. Este sindicalista, embora eu não gosto, por princípio, de desvalorizar ninguém, é quase uma figura ridícula, que se exprime com uma vulgaridade confrangedora. O sindicalismo, se quiser ter força social, tem de enveredar por outros caminhos e encontrar novos agentes.

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  3. Estas ilustrações são um contributo espontâneo do leitor Paulo Pereira, a quem aproveito para agradecer, e que desde há muito me envia para a minha caixa do correio os seus "bonecos/fotos com balões" alusivos aos assuntos das cartas. Ultimamente, lembrei-me de lhe pedir autorização e passei a divulgar os seus trabalhos no blogue. Como pode calcular, não interferindo nos seus trabalhos, talvez neste caso lhe tivesse sugerido outro sindicalista com mais responsabilidades nas greves das "sextas-feiras” que é aquilo que critico. Sobre Carlos Silva, penso não ter alterado a sua posição. Já quanto a Arménio Carlos, a sua actual postura é imensamente confrangedora

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