quinta-feira, 27 de maio de 2021

Conhecidos de "ginjeira"

 

Um ditador da velha escola soviética, espécie de presidente vitalício do seu país, à força de aniquilar tudo quanto se lhe oponha, sabendo que num avião que sobrevoava o seu reino viajava um jovem jornalista que -  a partir de um país que lhe deu asilo, por não poder trabalhar livremente na sua pátria -  lhe destapava as misérias, mandou a força aérea interceptar e desviar o avião para o prender e torturar.

 

Como seria de esperar, um crime de tal calibre foi de imediato condenado por todo o mundo onde se governa os povos com alguma decência; claro que nunca se espera de certos “conselheiros” -  assoberbados que sempre andam a lançar anátemas às políticas norteamericanas – assumam igual posição, com uma palavra que fosse de compreensão para aquele jornalista, e namorada, que também levou “por tabela” por se ter atrevido a namorar com tal “criminoso”.

 

Até porque estes pseudo-conselheiros pacifistas fariam exactamente o mesmo, se pudessem, com toda a Comunicação Social que não param de atacar porque, saturada de lhes aturar a repetitiva cassete, se recusa a fazer-lhes o frete tantas vezes quantas a solicitam...

 

 

Amândio G. Martins

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