domingo, 21 de fevereiro de 2016

Fez-se Eco na Balada de um batráquio



Umberto Eco, de acordo com a mais elementar condição humana de um qualquer simples mortal, e para lá desta redutora dimensão, fez-se Eco de toda a sua grande obra filosófica que agora nos legou para todo o sempre, projectando-a para lá dos nossos curtos horizontes, enquanto o porvir dela bem se encarregará.
Entretanto, uma jovem cineasta portuguesa – Leonor Teles – ganhou com todo o merecimento cinematográfico o Urso de Ouro, com a curta-metragem ‘Balada de um batráquio’.
Nunca um batráquio, no caso vertente um ‘sapo’, assim esteve em tal pedestal. E eu, tosco pensador, metido na minha pobre toca, só espero que ‘atingidos’ e ‘defendidos’ no ‘celulóide’ saibam coexistir na realidade, sem que as farpas aleijem as partes.


José Amaral

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