segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A montanha continua a parir um rato


Estamos fartos de tanta infrutífera falação sobre o sobre o salário mínimo nacional, quando ele é tão pouco.
Pelo contrário aceitam-se os escandalosos e dourados vencimentos de topo, mas sobre o mínimo de sustentação para se viver, eis que toda a confraria patronal se opõe.
Portanto, sem mais delongas – que não enchem barrigas -, que se aplique a partir de 1 de Janeiro de 2017 o número redondo proposto pela CGTP – 600 euros, e quem não puder pagá-los que feche o estaminé, zarpando daqui pra fora, pois cá não faz falta nenhuma, nem para o bem comum, nem tão pouco para equilibrar uma convergência de equidade em todos os aspectos sociais.


José Amaral

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