terça-feira, 22 de março de 2016

O CAMINHO DE CUBA


A presença em Cuba de um presidente dos EUA depois da ilha ter deixado de ser essencialmente um seu bordel e estância de férias, significa que, finalmente, a super-potência, se resigna ao caminho que Fidel, Che Guevara, Cienfuegos e um punhado de outros revolucionários decidiram trilhar com o seu povo, depois de derrubarem o seu homem de mão , Fulgêncio Batista. Significa que fracassaram todas as tentativas, todas as ingerências para barrar esse caminho. Caminho, que não tem escolhos? Que é perfeito? Claro que não! Mas onde é que existem esses caminhos perfeitos? Nas denominadas democracias pluralistas onde uma ínfima minoria é dona de tudo? Onde essa ínfima minoria, com o seu dinheiro, o seu poder, a sua cultura e com os seus meios de comunicação social convence o povo a eleger os seus agentes? Os seus partidos políticos? Cuba, apesar de todos os boicotes, de todos os ataques e do criminoso embargo condenado 24 vezes pela Assembleia Geral da ONU, tem conseguido dar uma vida minimamente digna ao seu povo. E mais! Tem-se destacado a nível mundial, em diversas áreas fundamentais: nos mais baixos níveis de mortalidade infantil,na erradicação do analfabetismo, na medicina, na investigação científica, na solidariedade internacionalista, etc. Portanto, Cuba, tem todo o direito de seguir o seu caminho sem interferências externas. E o que incomoda tanto aos ideólogos e beneficiários do capitalismo predador, é que outros povos lhe sigam o exemplo.

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