sexta-feira, 4 de março de 2016

PASSOS, O COVEIRO DOS POBRES

Muitas das medidas de combate à pobreza, incluídas no Programa de Emergência Social criado pelo governo Passos/Portas, foram insuficientes para cobrir as necessidades mais básicas das populações. O presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, lamenta que, nos anos de crise, o país tenha ficado mais pobre e desigual. Nem quem tem trabalho escapou. A Cáritas diz que a pobreza subiu devido ao desemprego, à degradação das condições laborais e ao corte dos apoios sociais. Mais de um terço das crianças perderam o abono de família (637 086 desde 2010), o desemprego disparou e o Rendimento Social de Inserção e o complemento para idosos foram cortados. A organização referida afirma ainda que ter emprego não significa ter uma vida digna graças aos baixos salários, ao trabalho sem qualificação e à precariedade. 
Eis o resultado das políticas sem qualquer sensibilidade social, sem qualquer humanidade do governo de Passos Coelho. Passos serviu a cartilha de Bruxelas e de Berlim e tratou as pessoas como números, como coisas. Esse homem deveria ter vergonha na cara em vez de se andar a pavonear nos holofotes na TV. Esse homem deveria ter-se demitido de líder do PSD. Esse homem atirou muita gente para a pobreza e para a miséria. Esse homem é um inimigo da vida. Felizmente, o governo humanista de António Costa, suportado pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP, está a tentar remediar os estragos.

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