sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Ainda sobre a "caça" ao homem

A fuga de Pedro Dias, tem sido chão que dá uvas e mato que incendeia paixões. Ódios também. Alguns acelerados pelos media, que tudo chamam ao homem que agora está aqui, ora ali, e amanhã aparece por outros territórios. O medo está instalado, em cada estradão, rua, aglomerado, região, mas alimentado graças às entrevistas dos Órgãos de Comunicação , que só passam os entrevistados das localidades vizinhas ou fronteiriças, que se dizem com medo. E com medo de quê? Fizeram algum mal ao fugitivo ou este fez-lhes alguma patifaria nas vésperas dos dias? E por que ninguém, se interroga, que males fez o procurado pelos polícias, que usam mais da raiva do que do saber, e por quais são os montantes de coisas malévolas registadas no cadastro do indiciado por crimes, e já condenado sem sentença? Quem tem a certeza de que ele é um assassino, um ladrão, um psicopata ou sociopata(lindas palavras), sem terem ouvido o homem a "caçar" e sem paradeiro certo, mas às vezes previsível, dizem os polícias de arma aperrada junto das gentes da terra e das tabernas nos estradões da aldeia e da vila, com cães que não cheiram nem uma criança desaparecida junto da casota? Filho de pais acima da decência, aceites e referenciados como pessoas de bem e de bens, qual a razão que um filho criado nestas suaves condições, virou em idade adulta no diabo, que agora assusta alguns habitantes das zonas ocupadas pelos agentes especiais em crimes? A que tratamentos foi ele sujeito e aplicados pelos polícias em tempos idos, em que o homem tratava dos seus negócios, dos seu gado, das suas mercadorias, para ser desde aí perseguido? Quem explica tudo isto se nada o foi até hoje bem nem mal esclarecido, para que nos possamos solidarizar com fé, aos esforços feitos pelas forças de segurança, para que ganhem toda a razão para a "caça" da espécie perigosa à solta, e que assusta "todos" ao mínimo ranger da porta? Não haverá uma espécie de vingança por traições, incumprimentos, e ajuste de contas prometidos em dias que já lá vão, de ambas as partes? Tudo deve ser bem apurado. Esta a minha dúvida. Espero que o homem quando apanhado como homem, se possa explicar no sítio certo, que é na Justiça. Julgado culpado, deve cumprir a pena justa, e tratado dos males que sofre, se for caso disso. A presunção da inocência(!) ainda deve manter-se em pé!

*( Há GNR,s que cometem crimes bárbaros que são ilibados e protegidos pelos corporativistas, que comem do mesmo Orçamento. Quer sejam os dos Tribunais quer sejam os dos quartéis. Não esqueçam o que fez aquele farda/graduado a uma família no exterior do Estádio de Guimarães, que espancou pai e avô sem razão à frente de dois filhos/netos, nem esqueçam os que mataram o "rapper snack", nem o miúdo-cigano(?)- dentro do carro em fuga,ali por Gaia nem outros muitos... que foram mortos "com tiros dados para o ar", segundo o relato dos agentes fardados)  Faça-se Justiça!




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