quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Os pobres não têm voz


Continuo muito indignado, apesar de termos um governo que correu com o passado ideológico de cerca de quatro décadas. Todavia, verifico que os pobres continuam a não ter a voz que os defenda de todas as arbitrariedades a que permanentemente estão sujeitos, tendo em conta a sua deplorável situação de dependência.
Assim, grito a plenos pulmões a minha indignação ao ouvir os políticos que cantam hossanas pelo aumento de 1,6 euros nas pensões mais miseráveis, enquanto outros queriam aumento para todas, seja qual fosse o montante máximo dessas pensões.
E ainda é mais grave existirem políticos do leque governamental apoiarem e outorgarem descaradamente os elevados vencimentos da nova glutona administração da falida CGD. O caso não é somente perigoso, como raia o crime financeiro, face à desgraça e falência colectiva do povo que os sustenta.
Portanto, ou esta ‘geringonça’ arrepia caminho, ou eu deixo de ser canhoto.


José Amaral

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