sábado, 8 de abril de 2017

Assinar ou não assinar, eis a... diferença!


  1. O Expresso noticia, de página inteira, o livro - "Relatório de Combate" - de Alberto João Jardim e respiga dele alguns excertos. Por sinal dum conteúdo muito fraquinho, a prenunciar uma totalidade confrangedora. Mas isso não virá ao caso, pois estou aqui somente para analisar um desses respigos, o primeiro precisamente, denominado de "Negociação Com A Mulher".Conta o homem que, em 1978, prometeu à esposa que, se algo político não se cumprisse, deixaria o cargo que ocupava. À proposta daquela de que assinasse o que prometia, ripostou que um tio que o ajudou a criar lhe tinha dito uma coisa um dia:" nunca se assina seja o que for!".Curioso. O médico mais completo que conheci na minha vida disse-me um dia, logo no início da minha carreira, beneficiando eu da sorte de ser seu "imberbe"interno, e depois de me ensinar a escrever o diário clínico de um doente, que no fim... tinha que assinar legível! Porque senão, mesmo que tudo estivesse certo para trás, eu era, potencialmente,... desonesto! Tal e qual! Chama-se esse meu paradigma, Doutor Damião Cunha, é cardiologista e sei que está vivo, de boa saúde  e exerce Medicina. Já não o vejo há um ror de anos mas, se por improvável acaso, ler estas linhas, elas são do mais sincero que possuo.Vê Dr. Alberto João Jardim, é preciso ter sorte com quem nos ensina pois... ficamos marcados para sempre!           Fernando Cardoso Rodrigues

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