segunda-feira, 18 de julho de 2016

Eu, vulgar cidadão.


Eu, vulgar cidadão, parte activa ‘da imaturidade de um povo que é o espelho da imaturidade dos seus governantes’, não me sinto ‘num país de anões, todos na ponta dos pés para parecerem muito altos’.
Nem penso que nem ‘no PREC’ fosse tão constante a presença do primeiro-ministro em Belém, como agora acontece com Costa e Marcelo.
E também não compreendo lá muito bem qual foi ‘a canalhice montada a Cavaco Silva na sequência da reunião do Conselho de Estado da semana passada’.
Que me desculpe o senhor jurisconsulto do texto ‘O desleal conselheiro ou a imagem de um país’, que escreve com alguma regularidade no JN.
Que muitos andem ressabiados com ‘o patrioteirismo de conveniência’, isso é lá com eles, uma vez que os novos concidadãos medalhados – desportistas – nunca roubaram o país, como muitos poltrões que, postados em lugares de topo, em empresas de grande envergadura e abundantes milhões – como na banca -, foram agraciados e deixaram o país na miséria, escavacando as empresas que roubaram.


José Amaral

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