quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

UMA PRÁTICA INDIGNA



Não imaginava que se abatessem tantos cães e gatos neste país. No ano passado,cerca de 10.000, segundo a Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), 100.000, segundo o Partido das Pessoas, Animais e Natureza (PAN). E logo no ultimo reduto onde deveriam ser protegidos: os canis municipais.
Uma das coisas que me custou mais na vida, foi a morte do meu cão. Também me abalou, a morte de um gato e uma gata. Estes animais, são de uma afetividade comovente. E o seu comportamento, principalmente os cães, segundo até especialistas na matéria, não se resume aos meros instintos, é inteligente.
Nós, os portugueses, em relação aos animais, concretamente a estes, de estimação, dividimo-nos em 3 grupos. Uma minoria que os maltrata, outra minoria que os protege, e a maioria que lhe é indiferente. E os decisores políticos, refletem estes comportamentos. Portanto, a grande maioria, fica muito mal na fotografia. A sensibilidade e até a moral de um povo, também se avalia pela forma como trata os animais.
Um aplauso ao JN pelo destaque que deu ao assunto ( edição de 1/2/17) e às Câmaras que não recorrem a esta prática indigna. A minha, é uma delas: Seixal.
Francisco Ramalho

Corroios, 1 de Fevereiro de 2017

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