A nota mais em destaque foi o fanico com que foi acometido o senhor PR, quando estava a discursar.
Outra nota negativa foi uma manifestação que se fez ouvir na altura em que o senhor PR discursava.
Há manifestações que devem ser feitas em lugares próprios, tal como não é de bom-tom, num velório, abrirem-se garrafas de champanhe, acompanhadas de risos estridentes ou de cantares à desgarrada.
E como há um tempo para tudo, penso que temos mais o que nos une do que aquilo que nos separa.
Temos uma língua comum, que foi falada pelos nossos antepassados, por nós e pelos vindouros.
Comemoremos nas datas certas aquilo que nos une e fortalece e em outras datas, comuns a todos, construamos com honestidade os caminhos do presente, honrando o passado, rumo a um futuro melhor, para glória nossa e perenidade da nação, cimentada em 1143 – PORTUGAL.
Texto também publicado no blogue OVAR NOVOS RUMOS, em 11/6
José Amaral
Uma critica justa como todas deviam ser.
ResponderEliminarMuito obrigado pelas sua breves palavras. Escrevo o que penso e sinto.
ResponderEliminarHá momentos para tudo. Por isso, quando somos chamados para escolher o melhor caminho comum a todos, para nosso bem e da Pátria que nos foi outorgada à custa de muito sangue derramado, então façamos as escolhas certas. Assumamos de uma vez por todas as nossas responsabilidades. É tempo mais que suficiente para nunca mais andarmos a sacudir a água do capote. A culpa do presente que temos é nossa. Chicha!!!
Amigo Amaral, estou de acordo consigo, sobretudo quando diz: " A culpa do presente que temos é nossa.." Embora se considerarmos que o sr. presidente Cavaco Silva,faz parte do dito presente, e faz , a verdade é que eu não assumo essa culpa, pois nunca votei nele. Receba um abraço deste amigo Arlindo.
EliminarCaro Amigo Arlindo, é na diversidade de ideias que nos entendemos, pois não vale a pena enterrarmos a cabeça na areia e ... tudo passou. Juntemo-nos e façamos um arco-íris comum a todos nós, pois não somos eternos.
EliminarUm abraço fraterno.