terça-feira, 19 de abril de 2016

"Bruxelas quer travar aumento do salário mínimo nacional"


Foram estas as palavras – acima epigrafadas – vindas em letras garrafais na primeira página de um jornal diário, gravadas sobre o suor de milhares de milhares de trabalhadores portugueses, que tão mal vistos são pelos seus verdugos patrões da EU.
Pelos argumentos esfarrapados e escarrapachados no relatório de tais ‘economistas’ parece-nos que quem ganha o ‘astronómico’ smn, a final, ganha muitíssimo mais que todas as administrações e direcções que em Portugal também têm o seu posto de trabalho, mas com os seus ‘magros’ vencimentos equiparados ou até ultrapassados aos dos seus homólogos que pontificam em mercados laborais muito mais pujantes que o nosso.
Para quem ganha menos, tudo se deve à escala de mercado muito baixa e à vida mais barata em Portugal. Mas, então, equiparem-se todos e não só a ´ralé’!
Se quem isto defende para o mundo laboral português para os patamares mais baixos, não nos parece ser um iluminado da equidade laboral, mas tão-somente uma perfeita alimária ao serviço dos poderosos e dos corruptos que comandam os mais desfavorecidos, para a destruição das vidas dos mais pobres e oprimidos.


José Amaral

1 comentário:

  1. Estes senhores da Comissão Europeia, Parlamento Europeu e diversos apêndices, que vivem todos à custa de quem trabalha e produz riqueza, julgam-se uma nova casta de nobreza. Deviam ser obrigados, pelo menos, durante um ano, a governar a sua vida com o salário mínimo nacional português, (€ 530,00 - € 58,30 = € 471,70), para terem a noção do que propõem. Com gente tão inconsciente e má, a União Europeia não vai lá!

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