terça-feira, 19 de abril de 2016

"Quem trava as bactérias nos hospitais?"


Segui um pouco o programa televisivo ‘prós e contras’ na RTP1, em que o tema era o acima epigrafado.
Verifiquei que se prescrevem antibióticos em demasia para se debater um mal menor, bem como em ramos da cadeia alimentar os mesmos serem usados muito para lá do aceitável.
Um exemplo: um médico, para não se enganar no diagnóstico, muitas das vezes prescreve um antibiótico de largo espectro, enquanto bombardeia o padecente de muitos e inúteis exames, tal como, belicamente, usar-se um canhão para matar uma pulga.
Antigamente, quando não se sabia ao certo do que se tinha morrido, dizia-se que tinha falecido de coisa ruim.
Hoje em dia, pode-se não morrer da doença, mas da ‘cura’, ou por bactérias ultra-resistentes, concebidas pelo uso indiscriminado de antibiótico, tal como na higiene e limpeza hospitalar usarem produtos xpto e caros, quando a lixívia e água são o antidoto mais eficaz e mais barato.
Por fim, ouvi mais uma vez e sem qualquer enfado, que o SNS – Serviço Nacional de Saúde – foi uma das maiores conquistas do 25 de Abril.


José Amaral

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