quarta-feira, 11 de julho de 2018

É impossível agradar a gregos e troianos

O velho e matreiro dirigente do PS, Santos Silva, visou o Bloco de Esquerda para não fazer «ultimatos».
Quais foram? O incumprimento, o desvio e o favorecimento aos patrões, por parte do executivo.
Vejamos: - Foram concedidas rendas excessivas à EDP, acordadas previamente com quem sustenta o governo.
Contudo, tinha havido um acordo entre o BE e o governo de que não se concretizariam. À última hora, este recou, engordando ainda mais a EDP obesa. 
- O pagamento devido e não efectuado aos professores, do tamanho dum monumental desvio de 9 anos, 4 meses e 2 dias.
- Uma lei laboral troikista, do agrado do patronato, onde os trabalhadores do sector privado,
continuam a ter na caducidade do Contrato Colectivo de Trabalho, um cutelo sobre o pescoço. 

O sr. Silva disse que o PS, até agora tinha cumprido tudo. Mentira!

Jerónimo de Sousa, colando-se a este e criticando o «ultimato», é oportunista!
Era para ficar bem visto?!, aos olhos de quem?


                                                                                     Vítor Colaço Santos

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