segunda-feira, 9 de julho de 2018

Tecnologia, marketing e ubiquidade

Tudo começou na passada sexta feira, à noite. Recebi, no facebook, um convite para visitar uma página de Teresinha Landeiro. Fui e vi que era publicidade do (1º?) disco da jovem senhora, com o título "Namoro". Só tive tempo de dormir umas horas e já estava a ouvi-la a ser entrevistada, com "cantoria" pelo meio, no programa do João Gobern, na manhã de sábado da Antena1. Feita a barba e tomado o banho, ainda fui a tempo de a ver e ouvir no programa da Tânia Ribas de Oliveira da RTP1. Bebido o café, meti-me no carro, liguei o rádio e.... lá estava a Teresinha ainda  a falar com o João Gobern! Claro que há uma explicação, onde as palavras directo e diferido se misturam, mas confesso que este dom da "ubiquidade" me intranquiliza pois sinto-me um pouco... "enganado". Marketing poderoso para uma voz que... não é "mázinha"...

Fernando Cardoso Rodrigues

2 comentários:

  1. "Reclama" de barriga cheia; eu, pobre de mim, só tive a sorte de ouví-la no tal programa do Gobern e gostei muito...

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  2. Daí que não tenha sentido o que eu senti... Mas também não reclamo, o que disse é mais de um "velho quezilento" que ainda pensou à "moda antiga": só se pode estar num sítio num período de tempo...

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