segunda-feira, 30 de julho de 2018

Infarmed um teste à liderança

Se os lideres das empresas que decidiram mudar as suas sedes para Lisboa, fossem perguntar aos funcionários bem instalados se concordavam com a mudança esta jamais teria acontecido.
Logo os funcionários do Infarmed são os menos avalizados para dar opinião sobre o assunto.
O líder (neste caso António Costa) tomou uma posição e se não for capaz de a manter torna-se num líder fraco.
Numa decisão destas o que conta é a opinião dos accionistas, e eu como accionista do Infarmed concordo com ela, pois tudo que seja aliviar a macrocefalia de Lisboa só pode ser bom para o país.
Aquela Srª que julgando ser insubstituível vem dizer que a decisão vem pôr em causa a saúde pública, alguém lhe explique que o cemitério está cheio deles.
Aliás: só por esta declaração a senhora já devia ter sido  substituída.

Quintino Silva 

1 comentário:

  1. Antes de começar, peço-lhe que leia um comentário que publiquei, agora mesmo, no primeiro texto do Vítor Colaço publicado pelo próprio, ontem.
    Agora o Infarmed. Se a transferência para o Porto obedecesse a um planeamento bem estudado, estar de acordo com ela, agora como simples "moeda de troca" política, não. E ...os trabalhadores são pouco importantes par uma opinião?! E o António Costa é fraco se não mantiver a "decisão" (?)?! E o Quintino concorda "pois tudo que seja aliviar a macrocefalia de Lisboa, só pode ser bom para o país"? É sempre assim tão axiomático?
    Estou de acordo consigo quanto à palavras da Profª Maria do Céu Machado. Grandiloquentes, sem sentido e até "apatetadas".
    Quanto ao Infarmed em si mesmo, é uma instituição muito técnica, muito boa, a trabalhar bem e com com grandes benefícios para o país. Até por isso, não deve ser tocada. Há muitas maneiras de descentralizar/regionalizar, com novas instituições do Estado.

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