sábado, 1 de julho de 2017

As Misericórdias e os Bancos

Anteontem Santana Lopes (SL) disse, numa entrevista, que "ninguém o leva para onde não quer ir", acerca dum eventual "conluio" com o(s) Montepio(s). Ou seja, dito de outro modo, ele só vai para onde quer ir. Ou ainda, o homem quer mesmo ir para onde vai, sabe-se agora: para sócio do arguido Tomás Correia. Já há um memorando nesse sentido mas SL quer "melhorá-lo" com a exigência da entrada no tal "Banco Social" (uau!) da... União das Misericórdias Portuguesas! Respaldo e mais respaldo para a mútua "protecção" final!
"Misericordiosos" e mutualistas eleitores de arguidos, há alguma palavra a dizer sobre isto? Adivinho que não.

Fernando Cardoso Rodrigues

4 comentários:

  1. Como PM, deixou tanto, tanto a desejar que fez Jorge Sampaio muito bem o nomear aquando da fuga de Durão Barroso para Chefe da Comissão Europeia - onde nada fez- e mais tarde em o apear.

    Mas continua sempre em pé!!!! Sempre, sempre!!!!

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  2. A mediocridade é a tabela que afere os políticos, porque assim é mais fácil preencher os cargos bem pagos pela clientela partidária. Depois, depois, é o desastre, que é o actual estado do Estado de Portugal.

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  3. Este "tandem" conluiado não é perigoso pela (in)competência e/ou mediocridade. É sim por outra(s) "qualidades" que possuem e vertem no espaço público e continua a fazer doutrina neste "caminhar português"...

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  4. Se as Misericórdias se baralharem nas negociatas bancárias será um mau serviço prestado à sociedade. Um dos objectivos destas instituições não pode ser a usura. Só um provedor irresponsável poderá fazer esta Irmandade entrar no capital de qualquer banco. Contudo, como a mediocridade foi-se alcandorando neste país, em lugares de destaque, já tudo é possível.

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