quinta-feira, 7 de abril de 2016

Resgate não é resgate


Resgate não é resgate; é apenas ajuda económica, proclamou quem quer ‘tapar o sol com a peneira’.
 “Angola só pediu uma ampla assistência técnica ao FMI e foram os jornalistas, principalmente portugueses, que retiraram ilacções enviesadas “. Foi o que ouvimos da boca de alguns dirigentes financeiros do governo de Angola.
Mas que fique desde já assente que os portugueses não querem que nada de mau aconteça à nação angolana, elo consanguíneo da nossa lusofonia espalhada pelas sete partidas do mundo.
Todavia, para irmos ao cerne da doença, temos de nos deixar de eufemismos e pormos o nome às coisas e aos actos: Angola, de facto, vive uma situação assaz aflitiva no que toca em não ter nos cofres do estado o dinheiro suficiente para manter a ´casa’.
Assim, todos unidos, devemos contribuir pela positiva na ajuda à jovem nação africana, onde também existe muito do sangue lusitano.


José Amaral

2 comentários:

  1. O que está em causa é a substância em si. A um pedido de dinheiro, chamar-lhe resgate ou ajuda económica, no final, vem tudo a dar no mesmo, porque é uma dívida contraída. É tudo uma questão de semântica. Por outro lado, o FMI foi criado para estas situações e só para isso ele tem utilidade.

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  2. E ninguém diga, nesta aldeia global, 'desta água não beberei'.

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