sábado, 28 de dezembro de 2019

Imprecisões

- más leituras dão origem a asneira. Eu nunca sou anónimo naquilo em que participo. Assumo-me como H maior que Homero e não lhe admito superioridade moral em coisa alguma. Assino sempre o que digo e escrevo. A minha formação não abre espaço a trapalhadas infantis. Dos canalhas ridículos já não se pode dizer o mesmo. O meu Caro meteu-se por caminhos ínvios, abraçou membros que o estorvam, agarrou solidariedades que o não dignificam e agora vê-se numa embrulhada da qual não sabe como sair. Se o meu Caro não tem estofo e a qualidade bastante para chegar a conclusões acertadas, o melhor que tem a fazer é manter equidistância com todos os participantes que fazem a equipa que aqui entram a intervir, e deixar de caminhar ao lado da corja-carroceira, que o levam atrelado para a descrença enquanto pessoa que se quer de bem. Não se deite a adivinhar sobre "anónimos", pois são pessoas que o superam a si e aos que lhe prestam vassalagem ou de si esperam protecção e "batatinhas". São Gente soberba, publicada amiúde, que pensa e escreve com o talento que eu invejo porque não os consigo imitar sequer. A escolha cabe-lhe a si fazer e torná-la notícia. Ficava-lhe bem, abrir a porta aos proscritos, e colocar no devido lugar os intrusos pesporrentos que só enlameiam quem está por perto. Está respondido e vai assinado;

2 comentários:

  1. O Caro sou eu?
    Admitindo que sim, começo por lhe dizer que se enganou redondamente. Ai julgou que eu estava a atribuir-lhe o anonimato? Egocentrismo, presunção e água benta, cada qual toma a que quer. Pois fique a saber que não só acertei em pleno como já tenho em mãos testemunho escrito que o atesta. Isto de se deitar a adivinhar, às vezes, corre mal. De qualquer modo, o “unknown” em questão já foi “eliminado”, e o senhor, afinal, ainda por aí anda.
    Acha que me meti por caminhos ínvios e estou numa embrulhada de que não sei sair? Lá está o senhor a tentar adivinhar outra vez. Não deu conta de que já saí? Deixe que o tempo role e logo verá. Tenha um pouco de paciência, uma vez na vida.
    O estofo e a qualidade que tenho, olhe, são o que são. Bem poderiam ser melhores, que eu não me importava nada. Garanto-lhe que, todos os dias, tento melhorar. Nunca julgo que já sou o melhor ou o maior de todos, mas alguma coisa se vai fazendo nesse sentido, como, felizmente, a realidade me vai provando, também todos os dias. Com muita humildade e perseverança.
    A equidistância, para o caso de não ter reparado, foi coisa que sempre pratiquei, aqui na Girafa. Mas não só aqui. Felizmente. Portanto, para quê aconselhar-me uma coisa que eu sempre fiz? Agradeço-lhe as suas boas intenções (tipicamente suas, está-lhe no sangue aconselhar e indicar os melhores caminhos a todos os outros), mas, como vê, já vêm um pouquito atrasadas.
    Não percebi em que é que os “anónimos” me superam. Nem é suposto que os conheça…
    Se quiser fazer o favor de me dizer quem são os “proscritos” e os “intrusos”, ficar-lhe-ia muito agradecido. Já sei que o senhor mantém esse “saudável” hábito de não responder às perguntas que lhe fazem, mas peço-lhe um pequenino esforço. Lembre-se de que ainda não me esclareceu sobre quem são os “afastados” e os “titulares por direito primeiro” que lhe perguntei em 21 de Dezembro, no post “Só para bloguistas da Girafa”. Ficam quatro categorias de pessoas para aclarar.
    Posto isto, deixe-me tranquilizá-lo: até sou muito capaz de despir a farda da equidistância, coisa que sempre pude - mas não quis - fazer, e, quando entender conveniente, vir à liça dizer o que penso sobre assuntos de que me tenho resguardado, talvez por excessiva institucionalidade. Pode ser que se vejam mais algumas verdades no terreiro.
    P.S. - Desculpe-me o tom quase telegráfico que aqui usei, mas, sabe, não tenho muito tempo a perder. Na vida, há coisas importantes que nunca se devem deixar para trás. Designadamente, viver.
    Se vier a insultar-me por causa deste comentário, só lhe peço que não venha, mais tarde, dizer que apenas reagiu a alguma provocação da minha parte. Não a fiz.

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  2. Desfaça-se de IMEDIATO o caso do comentário ANÓNIMO. Ou não foi o próprio que isso confessou, porque de outro modo não o poeria fazer?

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